Revista TÊNIS

Entrevista

Rogerinho Dutra Silva: Focado para um 2019 mais produtivo e uma chance na Copa Davis

Paulista de 34 anos de idade conversou com a Revista Tênis durante o Encontro Internacional da CBT

Por Vinicius Araujo em 4 de Dezembro de 2018 às 17:54

Crédito: André Gemmer/Green Filmes

Direto de Florianópolis, Santa Catarina

O brasileiro Rogério Dutra Silva participou do primeiro dia no Encontro Internacional de Treinamento da CBT e conversou com a Revista Tênis sobre a temporada 2018, o que deu certo, o que não deu e como está sua pré-temporada. Rogerinho também comentou sobre o planejamento 2019 e demonstrou sua vontade de defender a equipe brasileira na Copa Davis, em fevereiro. Confira a abaixo a entrevista com o atual número 2 do Brasil. 

Você pode fazer um balanço e dizer como foi a sua temporada 2018?

Essa temporada não foi muito fácil para mim. Tive muitos altos e baixos. Por um lado foi bom porque fui um dos caras que mais furou qualis e consegui jogar vários torneios ATP. Joguei Australian Open e Roland Garros, mas não foi um ano regular. Tive algumas pequenas lesões que não me deixaram 100% para jogar no mais alto nível. Não foi fácil, mas tenho certeza que dá para melhor bastante para o próximo ano.

O que você está achando do Encontro Internacional de Treinamento e dessa iniciativa da CBT?

Eu estou achando muito bacana. Quanto mais tivermos ações como essa, melhor. Acho que essa interação entre os jovens e a velha guarda, eu que estou ali no meio também (risos), é muito legal. Quando eu era juvenil tive um pouco dessa troca e é muito importante os mais jovens conviver conosco e trocarmos informações. É fundamental na carreira de um atleta.

Você acha importante essa troca de informações entre os tenistas locais e também de outros países que estão aqui no evento?

Antigamente não tinha isso. Era mais na 'amizade' mesmo. Agora essa troca mais coordenada, com mais profissionais do esporte, com preparadores físicos também, eles tem que agradecer muito e aproveitar muito porque ações como essa podem fazer a diferença na carreira de um tenista.

Crédito: André Gemmer/Green Filmes

O que você pode dizer sobre a nova gestão da CBT e também o que achou da sede própria aqui em Florianópolis?

Eu acho que a CBT se consolidando cada vez mais. Óbvio que tem coisas para fazer ainda, mas estão dando um ótimo suporte para todo mundo. Eles estão mais integrados com os jogadores, que é super importante também. Hoje a Confederação e os atletas tem uma relação boa. Para nós (tenistas), que sempre estamos viajando, podemos dizer que agora temos uma 'casa'.

Você treina na Argentina e agora o Monteiro também vai treinar lá. Vocês vão fazer parte da mesma equipe? Ele (Thiago) consultou você antes de tomar essa decisão?

Ele (Monteiro) está fazendo preparação física com o mesmo preparador que o meu. O técnico não é o mesmo. Mas lá em Buenos Aires o meio do tênis é bem próximo e vamos treinar no mesmo clube e vai ter uma troca boa de informações. Ele é meu amigo. A gente conversou antes de ele ir para lá, expliquei como funcionava a vida na Argentina e como eu fazia com as viagens. Espero ter ajudado com algumas informações porque estou treinando lá faz um tempo.

Como está sua vida fora das quadras? 

Eu já estou em pré-temporada, mas consegui tirar uns dias, vir ao Brasil para alguns compromissos e também passar um dia aqui no Encontro Internacional da CBT. Estou voltando hoje mesmo (segunda) para lá. Mas consegui aproveitar um pouco e ficar com minha filha, que já está com 4 anos de idade.

Crédito: André Gemmer/Green Filmes

Seu planejamento para 2019 já está definido?

Não tenho muito como fugir do planejamento por conta do meu ranking. Começo o ano no Challenger de Adelaide, na Austrália, e depois sigo para Melbourne, onde vou jogar o quali do Australian Open. Na sequência, devo jogar o Challenger de Punta del Este, depois os qualis dos torneios ATPs. Tudo vai depender do meu ranking, se eu subir, vou focar nos qualis, caso contrário, vou optar por disputar os torneios nível Challenger.

Você espera e gostaria de jogar a Copa Davis em fevereiro?

Eu sempre gostei muito de jogar a Davis. Para mim, sempre foi uma das prioridades, sempre quis participar. Preciso estar no meu melhor para ser chamado. Mas tenho conversado bastante com a comissão e seria bem bacana jogar esse confronto em casa.


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