Revista TÊNIS

Australian Open

Em final histórica, Federer bateu Nadal e encerrou jejum em Slams; relembre

Suíço não conquistou Slams entre Wimbledon 2012 e Australian Open 2017

Da redação em 10 de Janeiro de 2019 às 15:00

Ben Solomon/Tennis Australia

No dia 29 de janeiro de 2017, aconteceu um dos maiores jogos dos últimos tempos. Roger Federer e Rafael Nadal disputaram a decisão do Australian Open, e o suíço levou a melhor, ganhando batalha de 5 sets. As parciais foram de 6/4, 3/6, 6/1, 3/6 e 6/3, em 3 horas e 38 minutos de partida.

O fator que transformou este duelo em um evento ainda mais especial foi o fato de ambos os lendários tenistas chegarem desacreditados a Melbourne. Os dois conviveram com lesões na segunda metade de 2016, perdendo postos no ranking. Por isso, Nadal chegou apenas como cabeça de chave 9, enquanto Federer era ainda mais baixo, sendo apenas o 17º favorito.

Ao longo da campanha, os dois eliminaram adversários de peso. Roger passou por Berdych, Nishikori e Wawrinka (estes dois últimos em 5 sets), enquanto Rafa teve Monfils, Raonic e Dimitrov como alguns dos fortes oponentes. Ainda poderíamos ter presenciado um encontro entre Federer e Murray, mas o britânico caiu uma fase antes do esperado duelo, perdendo para Mischa Zverev.

Em quadra, o que se viu foi uma partida de alternância no domínio. O suíço foi bem superior no primeiro set, marcando 6/3 sem maiores problemas. Mostrando sua força mental, Nadal reagiu rapidamente e devolveu o mesmo placar na segunda parcial. Porém, Roger voltou a ser dominante no terceiro, aplicando 6/1.

Mas se alguém imaginou que o espanhol sentiria o peso da derrota, enganou-se. Rafa foi com muita força e motivação ao quarto set, fazendo 6/3 e forçando o desempate na quinta parcial, para alegria dos fãs do tênis, que não queriam o fim deste inesquecível jogo. O espanhol também começou melhor no quinto, quebrando o serviço do adversário e chegando a 3/1. Contudo, Federer encaixou 5 games consecutivos para garantir o 18º título de Slam.

Após o duelo, a premiação foi marcada por palavras muito gentis de Roger para o rival. Esbanjando elegância, o suíço afirmou que aceitaria um empate se fosse possível, para Nadal não sair perdedor daquele histórico confronto. A conquista mostrou que o maior campeão de Slams da história não estava acabado após a lesão no joelho que o tirou por 6 meses no ano anterior. Depois da conquista em Melbourne, ele voltou a ganhar Wimbledon, além de repetir a dose na Austrália, em 2018, e de voltar ao topo do ranking, também no ano passado.


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