Copa Davis

Em nova chance de voltar à elite, capitão brasileiro garante: "A gente não vai deixar escapar"

Equipe de João Zwetsch disputará Playoffs pela sexta vez seguida e tem grandes chances de jogar em casa entre 16 a 18 de setembro


Marcelo Ruschel/POA Press
João Zwetsch confia na chance de voltar à primeira divisão da Copa Davis
O placar de 5 a 0 contra o Uruguai em Montevidéu colocou o Brasil novamente na Repescagem do Grupo Mundial da Copa Davis. Pela sexta vez consecutiva, o país lutará para retornar à elite do tênis mundial e, na próxima quarta-feira, o grupo comandado por João Zwetsch conhecerá seu adversário para o confronto a ser disputado entre 16 e 18 de setembro.

Depois das duas últimas derrotas nos Playoffs, que ganharam um caráter de frustração (em 2009, perdeu para o Equador em Porto Alegre e, em 2010, foi batido pela Índia após estar vencendo por 2 a 0), o capitão brasileiro torce muito para o embate decisivo ser em casa.

"Estou torcendo muito mesmo para que a gente possa jogar no Brasil, diante da nossa torcida, com o apoio de todas aquelas pessoas que têm carinho e a gente sabe que fazem diferença numa hora dessas. Desta vez a gente não vai deixar escapar", declarou Zwetsch.

Marcelo Ruschel/POA Press
Capitão brasileiro pensa em manter apenas um duplista para o duelo nos Playoffs
O sorteio colocará o Brasil diante de um dos seguintes adversários: República Tcheca, Croácia, Áustria, Chile, Índia, Suíça, Rússia e Israel. Contra os seis primeiros, o confronto seria disputado em solo nacional, com os brasucas tendo a possibilidade de escolher o piso e as condições de jogo. Caso o rival seja Israel ou Rússia, outro sorteio decidirá o país-sede.

Zwetsch ressaltou que tem à disposição vários jogadores em bom nível e disse que a tendência é manter a equipe com um só duplista, como fez no Uruguai, onde contou com Bruno Soares e três especialistas em simples: Thomaz Bellucci, Rogerinho e João Olavo Souza, o Feijão. No entanto, o ex-treinador de Bellucci afirmou que ainda é cedo para concluir uma futura escalação.

"Acho que é uma tendência (manter um duplista), mas depende muito do adversário e temos que esperar. É tendência porque a dificuldade que a gente vai enfrentar nesse próximo confronto sempre nos faz pensar na necessidade de ter uma opção a mais para jogar as simples. Vai que a gente tem que jogar um jogo de 4h30m, como ocorreu na Índia, e a gente não tenha condições de ter dois jogadores em boas condições no domingo. Se não houver uma maneira de o oponente compor uma dupla muito boa, como temos duas duplas muito boas, pode ser uma opção (levar dois duplistas) em função de garantir aquele ponto", concluiu.

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Da redação

Publicado em 11 de Julho de 2011 às 07:49


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