Ainda que diga "não querer apressar as coisas", a ex-número um do mundo afirma que perdeu a vontade de treinar
Felipe De Queiroz em 8 de Outubro de 2009 às 13:08
Amelie Mauresmo comemora ponto no Australian Open |
"Desde que voltei do US Open venho tentando treinar, mas não estou com vontade de retornar às competições", disse a francesa, dona de dois troféus de Grand Slam na carreira, mas hoje apenas a número 20 no ranking da WTA.
"Não quero apressar as coisas. Ainda vou me dar um tempo para tomar uma decisão sobre a continuação de minha carreira", refletiu.
Se confirmar sua aposentadoria, Mauresmo, que embora não seja nenhuma garota ainda teria alguns pela frente, endossará a lista de tenistas que deixam o tênis precocemente alegando desgaste e falta de motivação.
Nos últimos anos, Martina Hings, Kim Clijsterse Jusntin Heninsão os melhores exemplos deste fenômeno. As três pararam precocemente e voltaram atrás. A francesa, já com 30 anos, dificilmente teria como fazer o mesmo.
Além dos troféus de Wimbledon e do Australian Open, conquistados todos em 2006, Mauresmo possui 23 títulos na carreira. Ela não joga desde o US Open.
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