O que rola fora das quadras

No capricho / Deu o que falar / Até a terceira idade / O maior / Só na farra / Para quê? / Festa latina / Nova musa

Da redação em 26 de Dezembro de 2013 às 00:00

No capricho

A musa eslovaca Daniela Hantuchova encontrou uma maneira interessante de ajudar um hospital no Camboja que cuida de crianças órfãs contaminadas pelo vírus da Aids. A tenista de 30 anos fez um ensaio sensual para o seu calendário de 2014. Todos os valores arrecadados com a iniciativa serão doados para o hospital “House of Smile”. “Espero que isso ajude a arrecadar ainda mais dinheiro para melhorar a saúde e educação dessas crianças”, disse Hantuchova ao site da WTA

 

Deu o que falar

O título de Andy Murray no torneio de Wimbledon, em julho, repercutiu tanto que, ao término do ano, nenhum outro acontecimento foi mais importante do que a façanha do escocês. Murray findou o jejum local de 77 anos sem títulos no All England Club e o triunfo foi considerado o assunto mais comentado pelos britânicos no Facebook em 2013, superando importantes temas em pauta como a morte de Margaret Thatcher, o nascimento do Príncipe George e a final entre Bayern de Munique e Borussia Dortmund pela UEFA Champions League.

 

Até a terceira idade

O romeno Ilie Nastase foi o primeiro a aparecer na liderança do ranking da ATP e só foi parar de jogar profissionalmente aos 39 anos. Hoje, o ex-atleta analisa a situação de outro veterano, Roger Federer, que vem sendo muito criticado pela falta de resultados convincentes. Nastase, todavia, nega que tenha chegado o momento de o suíço se aposentar. “Gostaria que as pessoas não falassem que Roger tem que se aposentar. Não concordo com essas pessoas que dizem que você deve se aposentar quando passa do seu auge. Federer não precisa provar nada. Ele pode jogar até os 60 anos se quiser”, opinou o romeno.

 

O maior

Recentemente, a Espanha anda dando shows no esporte, sendo a suprema em várias modalidades. E no tênis não é diferente, com Rafael Nadal na liderança do ranking após um ano espetacular, com direito a 10 títulos. Por isso, o jornal Marca, que completa 75 anos de existência, elegeu o tenista como o melhor esportista da história do país, por meio de uma enquete. O segundo colocado pelos leitores foi o ciclista Miguel Indurain, campeão da Volta da França de 1991 a 1995, enquanto Pau Gasol, jogador dos Los Angeles Lakers, foi o terceiro.

 

Só na farra

Por mais que reclame da imprensa que começou a chamá-lo de “garoto-problema”, Bernard Tomic também não toma jeito. O australiano parece não estar focado em sua pré-temporada para 2014 ao decidir mergulhar de cabeça nas festas em Gold Coast, na Austrália. Durante a Schoolies Week, férias dos alunos australianos do Ensino Médio, o jovem de 21 anos perdeu a vergonha ao ir festejar com várias garotas em uma famosa boate da cidade, a Sin City. Com garrafas de vodka, Tomic foi fotografado pelos funcionários, e as imagens foram parar no Facebook oficial do clube noturno. Sem camisa, Tomic nem ligou e subiu ao palco, curtindo o lap dance das garotas bem animadas.

 

Para quê?

John McEnroe foi um dos poucos a liderar os rankings de simples e duplas na mesma época que jogou o circuito. Dos 148 títulos na carreira, 71 vieram nas duplas, mas “Mac” crê que, hoje, a modalidade deveria ser descartada. “É um mistério para mim por que ainda se joga duplas. Adoro as duplas, mas nem reconheço mais o jogo. Se você cortar as duplas e dar o dinheiro para os tenistas de simples, ranqueados entre 200 e 1.000, talvez isso fizesse algo pelo jogo”, opinou o americano. Nem mesmo os irmãos Bob e Mike Bryan escaparam da bronca de McEnroe. “Eu gosto deles [os Bryan] e sozinhos tentaram manter as duplas caminhando. É algo bacana ver esses gêmeos. Mas, às vezes, ouço dizerem que eles são os melhores duplistas de todos os tempos. Como assim? Se você juntar Federer e Nadal, eu os escolheria”, soltou o veterano.

Festa latina

Se Roger Federer agitou a América do Sul no fim de 2012, Rafael Nadal fez o mesmo neste fim de ano. O espanhol faturou mais de R$18 milhões por cinco jogos-exibições em três países – contra David Ferrer no Peru, contra Novak Djokovic no Chile e Argentina, além de enfrentar David Nalbandian por duas vezes na despedida do argentino em casa. Entre tantas atividades, o espanhol, junto com Nole, encontrou-se com o presidente chileno Sebastian Piñera, bateu pênaltis com Djoko no estádio La Bombonera e até virou sócio-torcedor do Estudiantes de La Plata, já que Nole se aliou ao San Lorenzo. Para completar, os dois rivais subiram em um navio e bateram bola em meio a um dos cenários mais belos do planeta: as geleiras do Perito Moreno, ao sul da Argentina.

Nova musa

Em 2012, Eugenie Bouchard já impressionava por seu incrível talento nas quadras, ao ser campeã juvenil de Wimbledon, e pela beleza e simpatia fora delas. Neste ano, a bela canadense resolveu entrar de cabeça nos torneios profissionais e, desde janeiro, subiu da 147ª posição para a 32ª. Por isso, a WTA escolheu Bouchard, 19 anos, como a Revelação do Ano. Algoz de nomes conhecidos como Ana Ivanovic, Samantha Stosur, dentre outros, a canadense revela que não tem medo de atuar em jogos decisivos. “Eu coloco pressão suficiente em mim mesma. Não posso controlar o resultado das outras, então apenas quero focar em melhorar e jogar o melhor que puder em cada torneio”, disse a loira.


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Artigo publicado nesta revista

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